Uma história de
Amor e Superação.
Olá Mamães e Pessoal, como estamos nos mês dedicado a
AMAMENTAÇÃO, hoje irei relatar uma historia de amor e superação da Mamãe Joice
Rocha 29 anos, mora em INDAIAL – Santa Catarina, tem dois lindos filhos e também
é seguidora do BLOG, o seu relato é emocionante cheio de amor e superação, onde foi vivido momentos únicos mas também importantes para o
desenvolvimento de seus filhos superando barreiras a cada momento e tirando
força de onde ela não imaginava ter.

Olá meu nome é Joice Rocha, atualmente moro em Indaial – Santa Catarina tenho 2 filhos o Carlos Guilherme de 6 anos e o Artur Miguel, minha primeira gestação foi de Alto Risco devido algumas situações que ocorreram durante minha gestação onde do 4º mês até o 8° mês tive sangramento e tive que tomar remédio para segurar a gestação e como queria muito ser mãe a amamentação para mim não é tão importante pois devido a quantidade de medicamentos que tomei tive que fazer uma escolha entre a vida do meu filho e amamenta-lo. Meu filho nasceu uma criança esperta e saudável e para mim isso significava muito pois a satisfação e o desejo realizado de ser mãe tinha sido concretizado. Algum tempo depois vim morar em Indaial com meu esposo e meu filho, e depois de alguns meses descobri que estava Grávida, do Arthur Miguel dia 6 de junho, fomos ao hospital e fizemos o exame e o ultrassom, onde já está com 8 semanas de gestação.


Olá meu nome é Joice Rocha, atualmente moro em Indaial – Santa Catarina tenho 2 filhos o Carlos Guilherme de 6 anos e o Artur Miguel, minha primeira gestação foi de Alto Risco devido algumas situações que ocorreram durante minha gestação onde do 4º mês até o 8° mês tive sangramento e tive que tomar remédio para segurar a gestação e como queria muito ser mãe a amamentação para mim não é tão importante pois devido a quantidade de medicamentos que tomei tive que fazer uma escolha entre a vida do meu filho e amamenta-lo. Meu filho nasceu uma criança esperta e saudável e para mim isso significava muito pois a satisfação e o desejo realizado de ser mãe tinha sido concretizado. Algum tempo depois vim morar em Indaial com meu esposo e meu filho, e depois de alguns meses descobri que estava Grávida, do Arthur Miguel dia 6 de junho, fomos ao hospital e fizemos o exame e o ultrassom, onde já está com 8 semanas de gestação.

Na primeira vez que fui ao médico levei meu exame a a ultrassom e o Drº relatou que minha pressão estava 18x10 já estava com Pré- eclampsia, no segundo mês de gestação tomar diversos remédios sendo 6
comprimidos por dia, até o 6 mês de gestação, tendo que controlar a pressão e
minha alimentação sendo uma dieta bem rígida e controlada não podendo comer
alguns condimentos como frituras, temperos entre outros, evitando inúmeros alimentos. Nesse período meu bebê ganhou peso e cresceu, a minha pressão
começou a ficar controlado, onde o médico diminuiu a quantidade de comprimido e
continuei tomando porém somente 3 por dia. No meu 6º mês de gestação entrei em
trabalho de parto, porém tive que tomar remédio e fazer repouso absoluto, para que meu bebê não nasce –se antes do tempo.
Em Indaial onde atualmente moro com minha família a maternidade que tive meu segundo filho o Hospital Maternidade Beatriz Ramos, sendo uma unidade de referência em Amamentação e Parto Humanizado,quando cheguei ao hospital para ganhar meu bebê, tem alguns profissionais sendo Doulas, onde auxilia a Mãe no momento do parto, e quando cheguei, chamei uma enfermeira-doula e tentei explicar alguns ocorridos que tive durante minha gestação, onde informei que não poderia ter parto normal pois minha primeira gestação já tinha sido de risco e tive o parto cesárea e devido alguns processos que passei durante a minha segunda gestação sendo ela a PRÉ-eclâmpsia, entre outros ocorridos, porém a mesma queria por que queria que tive-se o parto normal por ser uma mulher de estatura mediana, onde o mesmo alegou que por eu ser forte eu conseguiria ter meu filho no parto normal.No dia do meu parto o médico chegou e minha pressão estava 14x10 então foi optado em fazer o parto cesárea para minha segurança e a do meu filho, quando ganhei meu filho meus seios tinha leite e estava disposta a amamentar e tinha esse desejo pois na minha primeira gravidez eu não consegui, mas devido a quantidade de medicamentos que tomei o meu leite amargou, e meu bebê tentava pegar porém vinha o gosto amargo no leite, e ele somente chorava, durante os primeiros 15 dias somente chorava e como eu queria amamenta-lo e ele não pegava ficou difícil, e ele começou a perder peso, ficou amarelinho, onde os primeiros 15 dias eu ia e voltava do hospital com ele para que tive ajuda e orientação da equipe médica sobre como poderia alimentar meu filho.
Em Indaial onde atualmente moro com minha família a maternidade que tive meu segundo filho o Hospital Maternidade Beatriz Ramos, sendo uma unidade de referência em Amamentação e Parto Humanizado,quando cheguei ao hospital para ganhar meu bebê, tem alguns profissionais sendo Doulas, onde auxilia a Mãe no momento do parto, e quando cheguei, chamei uma enfermeira-doula e tentei explicar alguns ocorridos que tive durante minha gestação, onde informei que não poderia ter parto normal pois minha primeira gestação já tinha sido de risco e tive o parto cesárea e devido alguns processos que passei durante a minha segunda gestação sendo ela a PRÉ-eclâmpsia, entre outros ocorridos, porém a mesma queria por que queria que tive-se o parto normal por ser uma mulher de estatura mediana, onde o mesmo alegou que por eu ser forte eu conseguiria ter meu filho no parto normal.No dia do meu parto o médico chegou e minha pressão estava 14x10 então foi optado em fazer o parto cesárea para minha segurança e a do meu filho, quando ganhei meu filho meus seios tinha leite e estava disposta a amamentar e tinha esse desejo pois na minha primeira gravidez eu não consegui, mas devido a quantidade de medicamentos que tomei o meu leite amargou, e meu bebê tentava pegar porém vinha o gosto amargo no leite, e ele somente chorava, durante os primeiros 15 dias somente chorava e como eu queria amamenta-lo e ele não pegava ficou difícil, e ele começou a perder peso, ficou amarelinho, onde os primeiros 15 dias eu ia e voltava do hospital com ele para que tive ajuda e orientação da equipe médica sobre como poderia alimentar meu filho.
Durante esses retornos eu
como mãe me achei extremamente incapaz de ajudar meu filho, onde como poderia
alimenta-lo, não conseguia olha em seu rostinho, e para que não entra-se em
uma depressão resolvi comprar uma lata de leite e dar a ele a mamadeira e no período da minha licença maternidade meu filho ficava somente no berço e no
bebê conforto, onde não tinha animo de pega-lo por estar incapaz de transferir
meu amor de mãe, onde não conseguia alimenta-lo, essa angustia ficou durante
toda minha licença maternidade e ela foi embora somente quando tive que deixar
meu filho pela primeira vez e voltar a trabalhar. Quando o Meu filho estava com 4 meses e 15
dias tive que coloca-lo no creche e tive que ser forte, passei o dia chorando
pois além de não conseguir dar toda minha atenção e afeto me sentia incapaz
como mãe, mas no final do dia quando peguei da creche vi a importância e a
falte que ele me fazia, peguei ele no meu colo beijei e abracei muito e entendi
que aquela cobrança que tanto me atormentava onde tinha em minha mente aquela
obrigação de criar aquele vinculo da amamentação, e entendi que podemos criar
outros vínculos de outra maneira.


Quando vejo lindos textos e pessoas falando sobre a
amamentação me sinto de uma maneira meio frustada pois não tive esse momento em
minhas gestações mas vejo o quanto hoje criei outro vinculo de amor e muito
carinho pelos meus filhos e hoje vejo o quanto são saudáveis e o maior vinculo
que tenho com eles e ultrapassa qualquer barreira e a do AMOR entre nós.
E conheço outra mães que se julgam por não amamentar e
colocam como hipótese o fato de seus
filhos não obedecerem por não amamenta-los quando criança e as coisas não é bem
assim pois coloco meu relato de parto e amamentação como uma historia de amor e
superação e hoje meus filhos são crianças saudáveis e muito bem amadas e obedientes.
E levo como experiencia esse outro lado da amamentação
onde mães se julgam e se cobram por não conseguir, onde temos peitos rachados,
leites amargo, peitos doloridos, mas também somos mães e capazes de amar nos
filhos de uma forma inexplicável, onde
passamos por inúmeros processos mas samos humanos e capazes de fazer
nossos filhos felizes.
Uma história de Superação onde as barreiras são apenas
fases que podemos superar a cada dia não somente existe o lado lindo do
amamentar onde o mundo é magico mas também existe o outro lado onde inúmeras mães se cobram por não conseguir e esse relato que a Joice Rocha nos mostrou e
compartilhou além de ser lindo e verdadeiro e o
ato de AMAR está em simples fatos de sermos capazes e sermos guerreiras
mesmo com toda as circunstancia que a vida nos mostra.
Espero que o conteúdo de hoje abordado sobre o outro lado da amamentação possa ajudar inúmeras mães que passam pela mesma fase.
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beijocas e até o próximo POST.
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